quarta-feira, 22 de abril de 2009

Limpeza pública



Composto por folhas em geral, galhos de árvores, papéis, plásticos, entulhos de construção, terras, animais mortos, madeiras e móveis danificados.

Lixo nuclear



Decorrentes de atividades que envolvem produtos radioativos, entre outros.

sábado, 28 de março de 2009

O que fazer do Lixo?


Possíveis soluções

Os famosos 3 r, são as soluções viáveis para reduzir o lixo... mas o que são os 3 r? são reduzir, reaproveitar e reciclar.


Reduzir: é diminuir a quantidade de lixo utilizada, é muito simples se levada a sério, pode começar pela simples compra em um mercado, optando por embalagens recicláveis, retornáveis, usando acendedor de fogão ao invés de fósforos, preparar refeições sem desperdícios de alimentos.


Reaproveitar: é uma forma de reduzir, também simples, onde podemos ajudar: escrevendo em uma folha de papel nos dois lados, evitando o desmatamento, não jogando fora materiais que podem ser doados para quem precise, fazendo novos materiais com a sucata, como vasos de garrafa pet, e preferindo comprar garrafas retornáveis.


Reciclar: é fazer voltar aos meios de produção os materiais inorgânicos, como o plástico, papel, vidro e metal, tornando-os novos produtos, evitando assim maior consumo de energia, degradação do ambiente e de seus recursos naturais. a reciclagem começa dentro de casa, quando devemos separar o lixo orgânico do inorgânico, para depois entregá-los para a coleta seletiva, dever de o governo promover as indústrias de reciclagem.


Para a coleta seletiva ocorrer, primeiro é necessário que cada casa faça a separação do seu lixo em orgânico ou não, também seria bom haver um local estratégico onde a população pudesse deixar o seu lixo para a coleta, ao passar, recolher sem precisar ir de rua em rua, de casa em casa. por fim, é necessário que haja o centro de triagem, onde ocorrerá a limpeza e seleção dos resíduos, para o material a ser reciclado poder ser vendido.


O destino e futuro do lixo estão em nossas mãos, se cada um fizer a sua parte de verdade, tudo irá dar certo, se cada pessoa se comprometer a ajudar na coleta seletiva, reduzindo e reutilizando os materiais ao máximo, o futuro do planeta estará a salvo, senão correremos um forte risco, pois daqui a alguns anos não vai mais haver lugar onde o lixo possa ser colocado.

O que é a Compostagem?


A compostagem é um processo natural que decompõem resíduos orgânicos (resíduos de jardinagem, por exemplo) num material escuro com aspecto de solo, chamado “composto”.

Vantagens da compostagem

* A compostagem fornece um material rico em nutrientes que melhora o desenvolvimento de plantas, jardins e relvados.
* O composto actua no solo como uma esponja, ajudando o solo a reter a humidade e os nutrientes.
* O composto ajuda a melhorar as características de solos, quer sejam solos argilosos ou arenosos, concedendo-lhes outra estrutura.
* Os solos ricos em composto são menos afectados pela erosão.
* O uso de composto aumenta os nutrientes desse solo, reduzindo o recurso ao uso de fertilizantes químicos.
* A compostagem dos resíduos reduz significativamente a quantidade de resíduos a depositar em aterro.
* Não requer conhecimentos técnicos ou equipamentos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Queimadas na Amazônia são maior contribuição brasileira para o aquecimento global.


Brasília - Comparado aos países desenvolvidos do hemisfério norte, o Brasil contribui pouco para a emissão global dos gases do efeito estufa, embora as queimadas na Amazônia sejam o grande “pecado” brasileiro quando o assunto é a emissão dos gases que acabam provocando o aquecimento global.

De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, José Marengo, "nós temos uma contribuição relativamente importante na forma de queimadas associadas ao desmatamento”.

O país é ecologicamente correto na geração de energia, já que 80% da principal fonte energética do país (a energia elétrica) é gerada a partir de hidrelétricas, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Brasil também ganha pontos por possuir um programa de substituição de combustíveis fósseis por renováveis, o Programa Nacional do Biodiesel. No momento, o etanol (nome científico do álcool da cana-de-açúcar) alcança 45% da matriz energética brasileira, segundo o MMA.

As queimadas da Amazônia, de acordo com a organização não-governamental Iniciativa Verde, respondem por aproximadamente 70% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa. “O mais urgente, em questão de mudança climática, é estancar as queimadas na Amazônia a qualquer custo. É inadmissível que o país tenha essa postura indolente em relação a um crime ambiental dessa monta”, reivindica o diretor da Iniciativa Verde, Osvaldo Martins.

“O nosso principal vilão das emissões brasileiras são os desmatamentos na Amazônia. Se não fossem os desmatamentos na Amazônia o Brasil seria um país que emitiria muito pouco, porque os desmatamentos aumentam muito essas emissões”, concorda o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec-Inpe).

O governo brasileiro conseguiu reduzir em 52% o desmatamento da Amazônia nos últimos dois anos. De acordo com o MMA, a redução do desmatamento evitou a emissão de cerca de 430 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera. Outra atitude tomada para evitar as queimadas foi a criação de novas unidades de conservação federal, que atualmente já superam 50 milhões de hectares.

O consumidor, por sua vez, também pode contribuir para a diminuição das queimadas na Amazônia. Nobre lembra que o cidadão é quem consome a madeira que muitas vezes é extraída ilegalmente, com desmatamentos ilegais. Ou então consome a carne da pecuária que invadiu a floresta com queimadas ilegais para plantar pasto.

“O consumidor consciente, o consumidor responsável, [verifica] a origem dos produtos. Ele vai olhar os produtos que vêm da Amazônia e vai olhar a origem. Se não for legal, ele não consome. Como isso o consumidor estará dando uma enorme contribuição à redução dos desmatamentos na Amazônia que, como eu falei, é a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa”.


Irene Lôbo
Repórter da Agência Brasil

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Os mamíferos marinhos estão ameaçados pela poluição sonora humana


"A poluição sonora é a mais grave das ameaças que pesam sobre o meio marinho". Este é o sinal de alarme que disparam os especialistas em bio-acústica presentes na conferência mundial que reúne desde 29 de junho e até 4 de julho em Paris, mais de 4.500 especialistas que se dedicam ao monitoramento dos efeitos dos ruídos sobre as espécies.

Num sinal da importância que estes atribuem a esta questão, este ciclo de conferências, que tratam de todos os aspectos - científicos, médicos ou industriais - da disciplina, foi iniciado com uma comunicação a respeito do impacto das fontes sonoras sobre os mamíferos marinhos.

O oceano nunca foi o "mundo do silêncio" exaltado pelo comandante Cousteau. Desde sempre, ele é tomado por ruídos, produzidos pela natureza (movimentos sísmicos, ondas, chuva. . .) ou pela fauna marinha (peixes, crustáceos. . .). Mas, "ao longo dos últimos cem anos, o desenvolvimento das atividades humanas no mar introduziu fontes sonoras artificiais, o que gerou um nível de ruído que nunca havia sido alcançado no decorrer dos milênios", descreve Michel André, o diretor da Escola Politécnica da Catalunha e um especialista em bioacústica animal.

Esta poluição de origem antrópica (humana) é múltipla: transportes marítimos (só no território marítimo europeu transitam mais de 50.000 navios de grande tonelagem), atividades de busca de novas jazidas petrolíferas e de gás (não raro efetuadas por meio de canhões de ar comprimido), manobras militares (com a utilização de explosivos ou de sonares), turbinas eólicas em alto-mar, aviões supersônicos. . . Todas as quais constituem fontes de decibéis que podem ter efeitos desastrosos sobre os mamíferos marinhos, em particular os cetáceos (baleias, golfinhos, cachalotes, orcas, marsuínos (botos) e também narvais), e, além deles, os pinípedes (morsas, focas, otárias).

Com efeito, esses animais utilizam sistemas acústicos muito sutis para se orientarem no seu meio-ambiente, por meio da ecolocação, e para comunicarem entre si. Os golfinhos e os cachalotes, por exemplo, são dotados de sonares cujo eco os informa da distância e da natureza dos relevos ou dos organismos que os cercam. Da mesma forma que todos os odontocetos (cetáceos dotados de dentes), eles produzem sons por maio da projeção de ar através dos condutos aéreos nasais e dos lábios localizados na parte superior da cabeça. Em relação à audição, eles percebem as vibrações por intermédio das suas mandíbulas, as quais dirigem a informação rumo ao seu ouvido interno.

O modo de comunicação da baleia, por sua vez, ainda é muito mal conhecido. Este gigante é capaz de "falar" com os seus congêneres a milhares de quilômetros de distância, por meio de sinais sonoros emitidos numa freqüência muito baixa que provavelmente transportam pelos oceanos afora informações sobre os cardumes de peixes ou de plânctons. Mais de 80 espécies de cetáceos foram recenseadas, cada uma possuindo suas especificidades.

Os ruídos gerados pelo homem podem, quando são intensos, provocar lesões nos órgãos de recepção auditiva dos mamíferos ou prejudicar mais amplamente seus sistemas sensoriais, cujas conseqüências não raro podem ser mortais. É neste sentido que são interpretados certos encalhes em massa de baleias. Por esta razão, nos Estados Unidos, a utilização de sonares militares é proibida no litoral da Califórnia. A decisão de George W. Bush de abrir uma exceção para a marinha fez com que um recurso seja apresentado perante a Corte Suprema americana.

Embora ela não seja necessariamente letal, a poluição sonora antrópica "criou uma "neblina acústica" que confunde os sinais emitidos e captados pelos mamíferos marinhos, perturbando com isso os mecanismos que lhes são necessários para comunicar, se alimentar e se reproduzir", explica Michel André.

Não há dúvida de que, os cetáceos, que apareceram na face da terra há várias dezenas de milhões de anos, sejam dotados de uma boa capacidade de adaptação a meios cujas condições são variáveis. Mas, os cientistas temem que o ruído de fundo gerado pelas atividades humanas seja ainda recente demais para que eles tenham tido a possibilidade de desenvolver processos de adaptação. Tanto mais que no mesmo tempo, esses predadores, situados no topo da cadeia alimentar marinha, precisam enfrentar a deterioração da qualidade das águas e ainda o aquecimento climático, os quais prejudicam os recursos em alimentos, e principalmente a produção de plâncton.

Os riscos de extinção de espécies são subestimados
Certas espécies apresentam um risco de extinção nitidamente superior ao que se admitia até então, afirma um estudo americano que foi publicado na quinta-feira, 3 de julho, na revista "Nature".

Enquanto os atuais métodos de estimativa deste perigo levam geralmente em conta o número de sobreviventes da espécie e as suas condições de vida, os autores deste estudo afirmam que o risco de extinção de uma população natural depende de fatores aleatórios que afetam cada indivíduo. Eles explicam que os modelos estocásticos (que dependem de uma variável aleatória) que eles desenvolveram dão conta corretamente da variabilidade demográfica de uma espécie.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

**Dicas para você ajudar o meio ambiente**


Você sabia que um dos recordistas de consumo de água no Brasil é o chuveiro? Um banho de 15 minutos gasta, em média, 130 litros de água. Se a pessoa for como eu, que toma banho todos os dias, vai consumir, em um mês, 3.900 litros!


Para economizar, basta reduzir o tempo do banho: cinco minutos são suficientes para lavar todo o corpo. Desligar o chuveiro enquanto se ensaboa ou lava o cabelo também é uma boa maneira de economizar. Viu como dá pra ficar cheiroso sem esbanjar? Agora, só não vale dizer que não vai mais tomar banho para economizar água, pois essa desculpa não cola mais!